por Fernanda Ferreira da Silva
É interessante observar pessoas pseudo cultas tratando do assunto bolsa família como mero plano governalmental, assistencialista, que visa apenas e tão somente manter o povo sobre seu domínio.
Quanta ignorância, senhores "sábios", quanta ignorância!
Imaginar que neste País históricamente opressor, todos possuem oportunidades iguais é menosprezar a realidade e no auge de seu trono burguês, inconsciente, talvez, manter mais do mesmo, para não correr o risco de ter pessoas diferenciadas tão próximas.
Afirmar que tais políticas assertivas são meras escolas que formam pessoas preguiçosas para não dizer verdadeiros vagabundos é impor a generalidade de pensamento que se um faz, todos farão, assim como, todo advogado é sacana, todo político é corrupto, todo policial é bandido...
Não, não são todos, aliás há mais pessoas boas do que más no mundo, porque se não, seriamos todos e aí, meu caro, você também o seria, bandidos, perversos, maus...
Em que pese, pessoas que se aproveitam de cirscuntâncias falhas para tirar proveito, no auge da máxima "do jeitinho brasileiro", a maioria, sim, queira você ou não, utiliza dos parcos recursos disponibilizados pelo governo federal, como meio de subsistência e como forma sim, para sair da miserabilidade a qual nasceram.
Como chegar até a escola e minimamente se empenhar em estudar de barriga vazia, com fome?
Como chegar a ter sonhos se é necessário trabalhar para ter o que comer?
Como pensar em mudar o mundo se o mundo te rejeita e te olha com nojo e distância?
Então, pense bem, os programas governamentais são necessários para retirar da miserabilidade, não aquela pessoa que escolhe ter mais filhos para ganhar mais esmolas do governo, sim para subsidiar pessoas, na maioria vale lembrar, que buscam, sim, o crescimento saudável, a educação como alicerces para um futuro melhor, sem a dependência de programas sociais para sobreviver.
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