por Fernanda Ferreira
O futebol é mesmo uma paixão nacional, inegavelmente, porque quando estamos no estádio somos importantes, impulsionamos o time, colorimos a torcida, falamos de amor, sorrimos, choramos, desabamos, gritamos....
Todas as emoções são exacerbadas, todos os sentimentos são demonstrados, é ódio, é alegria, é tristeza, é fantasia, é uma explosão de sensações, não cabe falar em paradóxo ou contradições...é a rivalidade cantada, é a vibração da galera, é no ritmo do coração...
A criança torce, o homem chora, a mulher vibra, a vovó se diverte, assim é a nação apaixonada, a nação da molecada, dos eternos torcedores, que se encantam com o drible, que enaltece o jogador, não esquece aquele lance, enloquece com aquele gol, e nesse momento, ah, nesse momento, tão singular, tão espontâneo, e que se definem os resultados, um perde outro ganha, um sobe outro desce e nessa jogada, até o empate é comemorado...
É inegável a reação é instantânea, tem até torcedor que se estranha...mas isso é reação adversa e para tal atitude não há conversa, afinal, se sonha com a simpatia da torcida, com a alegria de tanta gente que se faz presente na reunião com seus amigos...
domingo, 19 de maio de 2013
Minha alma feminina
Tenho a alma feminina com olhar de menina, aquele que não me deixa ver, a maldade humana, a malícia insana de quem quer ganhar e não sabe o quê...
gosto do meu sorriso sincero que reflete o elo que teimo em criar, sei das pessoas que me rodeiam sinto suas ações e com elas quero ficar....
minha alma feminina tão frágil e menina me faz sensível perceber sua disposição em ganhar meu coração, sem explicar o por quê.
por que ages assim, o que queres de mim, que me deixa tão entregue, sem reservas me pede, sem rodeios me toma me deixando sem receios, destemida me envolvo na justa intensidade da minha alma feminina, da delicadeza do meu ser...
gosto do meu sorriso sincero que reflete o elo que teimo em criar, sei das pessoas que me rodeiam sinto suas ações e com elas quero ficar....
minha alma feminina tão frágil e menina me faz sensível perceber sua disposição em ganhar meu coração, sem explicar o por quê.
por que ages assim, o que queres de mim, que me deixa tão entregue, sem reservas me pede, sem rodeios me toma me deixando sem receios, destemida me envolvo na justa intensidade da minha alma feminina, da delicadeza do meu ser...
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Um pouquinho de política
por Fernanda Ferreira da Silva
A política brasileira esta passando por uma transformação significativa, afinal, estamos aprendendo,
e em matéria de política somos todos alunos...pessoas engatinhando no caminho da compreensão, compreender talvez, seja o que falta aos nossos eleitores/discentes.
Compreender que o poder esta em suas mãos, em nossas mãos, que no sistema político brasileiro após a promulgação da Constituição Federal de 88, o sufrágio, e é assim que se denomina o voto, é um direito conquistado a trancos e barrancos, mas, nosso...todinho nosso e assim diz o artigo 14:
"A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei..."
Oras, se é um direito, se tal direito é secreto por obrigação, se além de secreto é igual a todos, por que então se vitimizar de um poder que nos pertence?
Não é um tanto quanto neurótico, lançar a eles, os eleitos, todas as culpas do mundo, jogar a eles, os políticos, todas as responsabilidades pela nefastidão que nos rodeia?
Não é?
Ah, então façamos agora o exercício da mea culpa, quem os elegeu afinal?
Quem saiu de casa num domingo, com chuva ou sol, e num sentido cívico, exerceu o direito mais obrigatório que lhe cabe?
Quem, desligou a TV, mudou a estação do rádio na hora do programa da propaganda eleitoral gratuita e obrigatória, porque era chata, mesmo?
Tudo bem, que eles estão lá incorporados num personagem e alucinados nos oferecem o pão e o circo, tudo bem que subjugam nossa inteligência e sem pudor algum, nos tratam como pessoas desprovidas de qualquer resquício de discernimento... tudo bem.
Mas será que para protestar precisamos mesmo nos omitir, e pior permitir que repitam tal atrocidade ano após ano...para quê? em nome do quê?
Se hoje na ilusão de conforto que sua página de rede social lhe proporciona, você replica e vomita indignação pelas atitudes de seus deputados, vereadores e senadores, porque não enxerga também sua responsabilidade direta e objetiva para que ele tenha chegado lá.
O pior não é você votar errado, o pior não é tal candidato te enganar, o pior não é ele chegar lá na câmara, na assembléia, ou no congresso e sucumbir a corrupção do sistema que eles faliram, o pior não é ainda que condenados sejam nomeados coordenadores de comissões x ou y, e assumirem, ainda que sob protestos, inflamados NAS redes sociais...
O pior meu caro, não é isso...o pior, queira você ou não...é saber que a mesma mão que escreve ou compartilha protestos e indignações no conforto de suas páginas de rede social, será aquela que num domingo ensolarado ou chuvoso, repetirá seu voto!
E o repetirá porque não consultou quais projetos de lei seu candidato propôs, em quantas sessões seu candidato compareceu, em quantas votações ele se envolveu a favor de tu, eleitor...
Tu, cidadão o senhor do poder supremo, do sufrágio universal e obrigatório!!!
A política brasileira esta passando por uma transformação significativa, afinal, estamos aprendendo,
e em matéria de política somos todos alunos...pessoas engatinhando no caminho da compreensão, compreender talvez, seja o que falta aos nossos eleitores/discentes.
Compreender que o poder esta em suas mãos, em nossas mãos, que no sistema político brasileiro após a promulgação da Constituição Federal de 88, o sufrágio, e é assim que se denomina o voto, é um direito conquistado a trancos e barrancos, mas, nosso...todinho nosso e assim diz o artigo 14:
"A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei..."
Oras, se é um direito, se tal direito é secreto por obrigação, se além de secreto é igual a todos, por que então se vitimizar de um poder que nos pertence?
Não é um tanto quanto neurótico, lançar a eles, os eleitos, todas as culpas do mundo, jogar a eles, os políticos, todas as responsabilidades pela nefastidão que nos rodeia?
Não é?
Ah, então façamos agora o exercício da mea culpa, quem os elegeu afinal?
Quem saiu de casa num domingo, com chuva ou sol, e num sentido cívico, exerceu o direito mais obrigatório que lhe cabe?
Quem, desligou a TV, mudou a estação do rádio na hora do programa da propaganda eleitoral gratuita e obrigatória, porque era chata, mesmo?
Tudo bem, que eles estão lá incorporados num personagem e alucinados nos oferecem o pão e o circo, tudo bem que subjugam nossa inteligência e sem pudor algum, nos tratam como pessoas desprovidas de qualquer resquício de discernimento... tudo bem.
Mas será que para protestar precisamos mesmo nos omitir, e pior permitir que repitam tal atrocidade ano após ano...para quê? em nome do quê?
Se hoje na ilusão de conforto que sua página de rede social lhe proporciona, você replica e vomita indignação pelas atitudes de seus deputados, vereadores e senadores, porque não enxerga também sua responsabilidade direta e objetiva para que ele tenha chegado lá.
O pior não é você votar errado, o pior não é tal candidato te enganar, o pior não é ele chegar lá na câmara, na assembléia, ou no congresso e sucumbir a corrupção do sistema que eles faliram, o pior não é ainda que condenados sejam nomeados coordenadores de comissões x ou y, e assumirem, ainda que sob protestos, inflamados NAS redes sociais...
O pior meu caro, não é isso...o pior, queira você ou não...é saber que a mesma mão que escreve ou compartilha protestos e indignações no conforto de suas páginas de rede social, será aquela que num domingo ensolarado ou chuvoso, repetirá seu voto!
E o repetirá porque não consultou quais projetos de lei seu candidato propôs, em quantas sessões seu candidato compareceu, em quantas votações ele se envolveu a favor de tu, eleitor...
Tu, cidadão o senhor do poder supremo, do sufrágio universal e obrigatório!!!
o sofrer materno...
por Fernanda Ferreira da Silva
Por que as mães sofrem?
é a pergunta que não quer calar...
sofrem porque sabem que seus filhos são pessoas diferentes do que projetavam que seriam?
sofrem porque percebem que o mundo no qual vivem é maior que o quintal de sua casa, e seu alcance no controle de seus passos é impossivel?
sofrem porque querem o bem incondicional a seus rebentos e possuem ciência da maldade da sociedade?
sofrem porque almejam o crescimento saudável de sua cria e percebem que se alimentam sem restrições?
as respostas podem ser subjetivas, contudo, o amor é concreto e incondicional, quando a mãe olha seu filho, lembra de toda sua trajetória, da decisão de ser mãe, do positivo do teste de gravidez, do cuidado com o ventre, da atenção com a alimentação, das dores do parto...
lembram do primeiro olhar, do primeiro choro gritante, daquela lágrima que escorreu quando sentiu seu calor, sua vontade de vida, sua coragem de lutar...
lutar contra a tentação de superproteger, contra a tentação de recolher seu filhinho querido dos males do mundo, sua coragem de entrega-lo na escolinha no primeiro dia, sua vontade de fazê-lo comer melhor, de responder tuas perguntas, de brincar com teus brinquedos e se fazer presente no seu dia, de estar contente com sua alegria...
...de permanecer silente para ouvir suas palavras, as primeiras, tão enroladas, tão certas, que contenta todos ao seu redor, e parece palestra do melhor conferencista, do mais importante especialista, e se faz tão compreensivo, tão importante e sabido de tudo que queria dizer...
ah, que preocupação que nada, o que a mãe tem é uma certeza de que te fez nascer, nascer para ela e para o mundo, num querer egoísta e profundo de expor teu poder...poder de mãe...poder de ser mãe...de gerar tua vida...para se fazer crescer...
Oh, mães, mamães queridas preocupem-se menos, usufruam mais do amor de seus filhos, do querer de paz...
Por que as mães sofrem?
é a pergunta que não quer calar...
sofrem porque sabem que seus filhos são pessoas diferentes do que projetavam que seriam?
sofrem porque percebem que o mundo no qual vivem é maior que o quintal de sua casa, e seu alcance no controle de seus passos é impossivel?
sofrem porque querem o bem incondicional a seus rebentos e possuem ciência da maldade da sociedade?
sofrem porque almejam o crescimento saudável de sua cria e percebem que se alimentam sem restrições?
as respostas podem ser subjetivas, contudo, o amor é concreto e incondicional, quando a mãe olha seu filho, lembra de toda sua trajetória, da decisão de ser mãe, do positivo do teste de gravidez, do cuidado com o ventre, da atenção com a alimentação, das dores do parto...
lembram do primeiro olhar, do primeiro choro gritante, daquela lágrima que escorreu quando sentiu seu calor, sua vontade de vida, sua coragem de lutar...
lutar contra a tentação de superproteger, contra a tentação de recolher seu filhinho querido dos males do mundo, sua coragem de entrega-lo na escolinha no primeiro dia, sua vontade de fazê-lo comer melhor, de responder tuas perguntas, de brincar com teus brinquedos e se fazer presente no seu dia, de estar contente com sua alegria...
...de permanecer silente para ouvir suas palavras, as primeiras, tão enroladas, tão certas, que contenta todos ao seu redor, e parece palestra do melhor conferencista, do mais importante especialista, e se faz tão compreensivo, tão importante e sabido de tudo que queria dizer...
ah, que preocupação que nada, o que a mãe tem é uma certeza de que te fez nascer, nascer para ela e para o mundo, num querer egoísta e profundo de expor teu poder...poder de mãe...poder de ser mãe...de gerar tua vida...para se fazer crescer...
Oh, mães, mamães queridas preocupem-se menos, usufruam mais do amor de seus filhos, do querer de paz...
Sorriso de mãe
por Fernanda Ferreira da Silva
aquele sorriso...
aquele teu sorriso, que me lembra um lar...
que me lembra teu olhar...
aquele olhar, tão sentido quando me deixou na escola pela primeira vez,
foi uma despedida pesada, sentida, mas necessária...
necessária porque era para o meu bem,
assim como aplicar aquele medicamento te fazia chorar, porque meu choro era frequente, assim como aquele corretivo severo era presente para me educar...me fazer uma pessoa melhor...me deixar saber que o mundo não é brinquedo não, e no teu coração cabia o saber que para me fazer crescer era necessário seguir em frente, com vontade, valente...me deixando sentir que seu colo estava ali, estaria sempre lá, como meu lar, pronto para me receber, me acalentar, me acolher sem restrições, me abraçar, ah, naquele olhar...
aquele que sorri e brilha quando vê sua filha crescendo, amadurecer...
aquele olhar que de tanto amor, só vê coisas boas em mim...só enxerga aquela menina que chorando foi entregue em teu colo, como seu maior presente, como seu tesouro, como sua razão de viver...
ah, minha mãe querida, mamis da minha vida, minha mãe amiga, minha mãe tesouro, minha mãe mulher, mãe de todas emoções, do turbilhão de razões, que me fazem querer...querer estar contigo sempre, fazer de você minha rainha, minha diva, meu tesouro, minha razão de vencer, minha razão de viver...infinitamente te amo, minha mãe, meu querer...
aquele sorriso...
aquele teu sorriso, que me lembra um lar...
que me lembra teu olhar...
aquele olhar, tão sentido quando me deixou na escola pela primeira vez,
foi uma despedida pesada, sentida, mas necessária...
necessária porque era para o meu bem,
assim como aplicar aquele medicamento te fazia chorar, porque meu choro era frequente, assim como aquele corretivo severo era presente para me educar...me fazer uma pessoa melhor...me deixar saber que o mundo não é brinquedo não, e no teu coração cabia o saber que para me fazer crescer era necessário seguir em frente, com vontade, valente...me deixando sentir que seu colo estava ali, estaria sempre lá, como meu lar, pronto para me receber, me acalentar, me acolher sem restrições, me abraçar, ah, naquele olhar...
aquele que sorri e brilha quando vê sua filha crescendo, amadurecer...
aquele olhar que de tanto amor, só vê coisas boas em mim...só enxerga aquela menina que chorando foi entregue em teu colo, como seu maior presente, como seu tesouro, como sua razão de viver...
ah, minha mãe querida, mamis da minha vida, minha mãe amiga, minha mãe tesouro, minha mãe mulher, mãe de todas emoções, do turbilhão de razões, que me fazem querer...querer estar contigo sempre, fazer de você minha rainha, minha diva, meu tesouro, minha razão de vencer, minha razão de viver...infinitamente te amo, minha mãe, meu querer...
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Da proliferação das Uni's
por Fernanda Ferreira da Silva
A educação de base no Brasil esta desestruturada, é verdade infelizmente, agora, em razão disto diminuir a abertura de novas universidades responsabilizando a chamada proliferação das Uni's como sendo a causa da deseducação atual, é no mínimo miopia.
Miopia, sim, porque só consegue enxergar um palmo a sua frente e não vê ao longe a causa real de tamanho despreparo dos alunos, o analfabetismo funcional difundido em nossa sociedade como culpa individual é lastimável, porque nem só o professor é responsavel como também nem só o aluno é culpado.
Decerto, deveriamos compreender que a educação escolar e acadêmica é desenvolvida e planejada através de um sistema, tal sistema esta defasado há tempos, por quê? É o questionamento que se faz.
A quem interessa o analfabetismo funcional?
A quem interessa a facilitação da ausência de senso crítico?
É sabido que um sistema educacional competente, faz de seus discentes pessoas críticas, pessoas verdadeiramente racionais, detentoras de um poder ímpar.
Poder este, que determina o nível de crescimento de um País, incentivando a pesquisa, o aprimoramento educacional e por essa razão qualificando seu governo, de tal sorte que consiga cumprir seu dever primeiro, que é retribuir em prol da sociedade todas as expectativas que lhe foram depositadas, como saúde de qualidade, segurança real e finalmente, e não menos importante, uma educação generosa, realmente significativa e capaz de formar cidadãos que conheçam seus direitos, poderes e sobretudo deveres.
O Brasil vive de aparências, parece um paraíso, parece tropical, parece sem violência, parece hospitaleiro, parece educado, parece, parece e parece...parece o palhaço que se maqueia sorrindo, enquanto por dentro esta em frangalhos, sofrendo...
A quem interessa a maquiagem do fim do analfabetismo?
A quem interessa a maquiagem da erradicação da pobreza?
Simples, interessa a quem mantém e perpetua a ideologia da distância, de encarar como risco a abertura de novas universidades, da liberação de cotas afirmativas, de programas como prouni, com base na informação ou desinformação de que as pessoas que foram mal educadas até o momento não merecem fazer parte desse universo acadêmico, por que tal prática defasaria o ensino da graduação.
Ora, se o ensino de base esta ruím, busquemos alternativas para aperfeiçoar o ensino acadêmico, a fim de remediar o efeito, não cheguemos neste ponto e cerramos as portas da graduação porque o aluno não esta preparado.
Isso sim é aviltante, é absurdo!
Nunca é tarde para começar, nunca é tarde para aprender...
Se o ensino da universidade possui um processo educacional competente, assim teremos profissionais, entrados semi alfabetizados, saídos transformados de tal sistema, que gerarão novos trâmites no futuro construíndo uma educação inicial de qualidade, capaz de incutir no discente o prazer pelo pensar, pela reflexão, pelo discernimento.
E discernir é preciso!
Aprender a discernir é fundamental para o amadurecimento da sociedade!
A educação de base no Brasil esta desestruturada, é verdade infelizmente, agora, em razão disto diminuir a abertura de novas universidades responsabilizando a chamada proliferação das Uni's como sendo a causa da deseducação atual, é no mínimo miopia.
Miopia, sim, porque só consegue enxergar um palmo a sua frente e não vê ao longe a causa real de tamanho despreparo dos alunos, o analfabetismo funcional difundido em nossa sociedade como culpa individual é lastimável, porque nem só o professor é responsavel como também nem só o aluno é culpado.
Decerto, deveriamos compreender que a educação escolar e acadêmica é desenvolvida e planejada através de um sistema, tal sistema esta defasado há tempos, por quê? É o questionamento que se faz.
A quem interessa o analfabetismo funcional?
A quem interessa a facilitação da ausência de senso crítico?
É sabido que um sistema educacional competente, faz de seus discentes pessoas críticas, pessoas verdadeiramente racionais, detentoras de um poder ímpar.
Poder este, que determina o nível de crescimento de um País, incentivando a pesquisa, o aprimoramento educacional e por essa razão qualificando seu governo, de tal sorte que consiga cumprir seu dever primeiro, que é retribuir em prol da sociedade todas as expectativas que lhe foram depositadas, como saúde de qualidade, segurança real e finalmente, e não menos importante, uma educação generosa, realmente significativa e capaz de formar cidadãos que conheçam seus direitos, poderes e sobretudo deveres.
O Brasil vive de aparências, parece um paraíso, parece tropical, parece sem violência, parece hospitaleiro, parece educado, parece, parece e parece...parece o palhaço que se maqueia sorrindo, enquanto por dentro esta em frangalhos, sofrendo...
A quem interessa a maquiagem do fim do analfabetismo?
A quem interessa a maquiagem da erradicação da pobreza?
Simples, interessa a quem mantém e perpetua a ideologia da distância, de encarar como risco a abertura de novas universidades, da liberação de cotas afirmativas, de programas como prouni, com base na informação ou desinformação de que as pessoas que foram mal educadas até o momento não merecem fazer parte desse universo acadêmico, por que tal prática defasaria o ensino da graduação.
Ora, se o ensino de base esta ruím, busquemos alternativas para aperfeiçoar o ensino acadêmico, a fim de remediar o efeito, não cheguemos neste ponto e cerramos as portas da graduação porque o aluno não esta preparado.
Isso sim é aviltante, é absurdo!
Nunca é tarde para começar, nunca é tarde para aprender...
Se o ensino da universidade possui um processo educacional competente, assim teremos profissionais, entrados semi alfabetizados, saídos transformados de tal sistema, que gerarão novos trâmites no futuro construíndo uma educação inicial de qualidade, capaz de incutir no discente o prazer pelo pensar, pela reflexão, pelo discernimento.
E discernir é preciso!
Aprender a discernir é fundamental para o amadurecimento da sociedade!
domingo, 5 de maio de 2013
Um pouquinho do bolsa família
por Fernanda Ferreira da Silva
É interessante observar pessoas pseudo cultas tratando do assunto bolsa família como mero plano governalmental, assistencialista, que visa apenas e tão somente manter o povo sobre seu domínio.
Quanta ignorância, senhores "sábios", quanta ignorância!
Imaginar que neste País históricamente opressor, todos possuem oportunidades iguais é menosprezar a realidade e no auge de seu trono burguês, inconsciente, talvez, manter mais do mesmo, para não correr o risco de ter pessoas diferenciadas tão próximas.
Afirmar que tais políticas assertivas são meras escolas que formam pessoas preguiçosas para não dizer verdadeiros vagabundos é impor a generalidade de pensamento que se um faz, todos farão, assim como, todo advogado é sacana, todo político é corrupto, todo policial é bandido...
Não, não são todos, aliás há mais pessoas boas do que más no mundo, porque se não, seriamos todos e aí, meu caro, você também o seria, bandidos, perversos, maus...
Em que pese, pessoas que se aproveitam de cirscuntâncias falhas para tirar proveito, no auge da máxima "do jeitinho brasileiro", a maioria, sim, queira você ou não, utiliza dos parcos recursos disponibilizados pelo governo federal, como meio de subsistência e como forma sim, para sair da miserabilidade a qual nasceram.
Como chegar até a escola e minimamente se empenhar em estudar de barriga vazia, com fome?
Como chegar a ter sonhos se é necessário trabalhar para ter o que comer?
Como pensar em mudar o mundo se o mundo te rejeita e te olha com nojo e distância?
Então, pense bem, os programas governamentais são necessários para retirar da miserabilidade, não aquela pessoa que escolhe ter mais filhos para ganhar mais esmolas do governo, sim para subsidiar pessoas, na maioria vale lembrar, que buscam, sim, o crescimento saudável, a educação como alicerces para um futuro melhor, sem a dependência de programas sociais para sobreviver.
É interessante observar pessoas pseudo cultas tratando do assunto bolsa família como mero plano governalmental, assistencialista, que visa apenas e tão somente manter o povo sobre seu domínio.
Quanta ignorância, senhores "sábios", quanta ignorância!
Imaginar que neste País históricamente opressor, todos possuem oportunidades iguais é menosprezar a realidade e no auge de seu trono burguês, inconsciente, talvez, manter mais do mesmo, para não correr o risco de ter pessoas diferenciadas tão próximas.
Afirmar que tais políticas assertivas são meras escolas que formam pessoas preguiçosas para não dizer verdadeiros vagabundos é impor a generalidade de pensamento que se um faz, todos farão, assim como, todo advogado é sacana, todo político é corrupto, todo policial é bandido...
Não, não são todos, aliás há mais pessoas boas do que más no mundo, porque se não, seriamos todos e aí, meu caro, você também o seria, bandidos, perversos, maus...
Em que pese, pessoas que se aproveitam de cirscuntâncias falhas para tirar proveito, no auge da máxima "do jeitinho brasileiro", a maioria, sim, queira você ou não, utiliza dos parcos recursos disponibilizados pelo governo federal, como meio de subsistência e como forma sim, para sair da miserabilidade a qual nasceram.
Como chegar até a escola e minimamente se empenhar em estudar de barriga vazia, com fome?
Como chegar a ter sonhos se é necessário trabalhar para ter o que comer?
Como pensar em mudar o mundo se o mundo te rejeita e te olha com nojo e distância?
Então, pense bem, os programas governamentais são necessários para retirar da miserabilidade, não aquela pessoa que escolhe ter mais filhos para ganhar mais esmolas do governo, sim para subsidiar pessoas, na maioria vale lembrar, que buscam, sim, o crescimento saudável, a educação como alicerces para um futuro melhor, sem a dependência de programas sociais para sobreviver.
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