Reverbera Comigo

domingo, 14 de setembro de 2014

E as muletas religiosas

Por Fernanda Ferreira

Engraçado enxergar como algumas pessoas precisam de muletas para justificar suas mancadas, se tudo vai mal é Deus quem esta te provando, se tudo vai bem é Deus quem esta te dando a vitória.

Não confio em pessoas que se escondem sob suas religiões e afirmações de que Deus proverá, porque tendem a não assumir as responsabilidades que lhe cabem e pior ainda, não assumem suas consequências.

Entrega nas mãos de Deus sua fé, mas segue por sua consciência, assuma isso e vai!
 
A última que ouvi me deixou perplexa, então quer dizer que Deus levou Eduardo Campos porque Marina Silva tem uma promessa?!!

Caramba, que lixo é esse, destruir uma família, uma não, de mais sete ou oito pessoas, só para que uma única pessoa tenha fartura, é muito para minha inteligencinha, sinceramente lamentável.

Dez vezes caramba, mas que Deus sádico é esse que fica gargalhando enquanto nos ferramos em vida, tudo em nome do amor, pára! E quem define quem viverá sua promessa é a proporção do seu dízimo??

Geralmente justificam suas falhas e o que advém delas como sendo provações divinas, velhos clichês, artifícios de consolo, novamente nossas muletas religiosas.

Você faz, você paga, simples assim. E suas motivações são apenas seus interesses, interesses por poder, por inveja, por satisfação imediata, por felicidade, por prazer e a partir daí as consequências são coerentes ou proporcionais ao que você despejou no universo.

Observe a sua volta, onde você está? E seus pares estão satisfeitos com o que veêm?? Não, então mude!!

Mude para perceber o que acontece quando mudamos, mude para notar as transformações que virão até você.

Manipula-se nações em nome da religião e do poder que imprimem a elas, derrubam-se Países, justificam homicídios e miséria, assim era na antiguidade, quando as castas "definidas" por Deus decidiam quem seria abastado ou não e quem não fosse haveria de contentar-se por subsistir tão somente.

Torço pela utopia de um dia as pessoas se enxergarem donas de si, senhoras de suas escolhas e condições, autosuficientes e dispostas a mudar quando quiserem, quando precisarem.



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