Por Fernanda Ferreira
Se me perguntarem se me arrependo, vou gritar ao vento que arrependimento tenho não!
Se me questionarem se valeu a pena, vou arranhar minha garganta num berro de cinema, um sonoro SIM!
Se me afrontarem com seus porques, vou romper com o mundo e responder - que minha alma plena, nunca pequena me fez correr atrás...
Atrás do que era bonito, daquilo que fazia sentido, e me deixava feliz...
Se me tomarem por sonhadora, bem acordada vou dar a resposta, de que meus sonhos não tem limites, não me lamento, não serei mais uma triste, que só tem maldizer...
Se somente me restarem as marcas do sentir na minh'alma, na imensidão do meu ser, vou desejar profundo, um outro amor neste mundo que me faça reviver...
Reviver com intensidade, sem receios, sem maldade, com tudo que me faz sorrir...
Quero num querer constante, jamais exitante, todo amor que possa me oferecer...
Não quero ficar temerosa, como animal adestrado, restringindo cada passo, com a memória de que vai doer...
Quero mergulhar profundo, ficar com você neste mundo e deixar acontecer...
Quero um amor infante, no qual no linear do instante a gente deixe amadurecer...
Quero um amor bem broto, para no cultivo mútuo possa florescer...
Quero um sorriso sincero, com olhar de mistério por tudo que esta por vir...
Quero a confiança de criança, aquela que se lança nos braços da mãe que sorri...
Quero arder a chama da paixão que reverbera...
Manter em mim aquela menina sincera, que se entrega e busca viver...
Todos meus momentos, como últimos, todas as pessoas como únicas, todos os meus sonhos como ideais...
Toda minha vida com prazer, todas minhas histórias como reais...
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