por Fernanda Ferreira
Quando estou só de gente, fico repleta de mim mesma,
não me sinto só, eu me basto!
pena de quem não me conhece,
pena de quem não me vê...
sentiria a imensidão do meu amor...a gratidão no meu olhar...
sentiria a dimensão do meu sentimento...
o se entregar com alento...
sem medo de não ser correspondida...
sem o receio de ficar perdida na imensidão dos afagos,
no desejo de usufruir a vida
de sarar a ferida...que latente ainda teima em doer...
sábado, 20 de outubro de 2012
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