por Fernanda Ferreira
estou revivendo sentimentos, relembrando velhos momentos e situações, as circuntâncias não foram fáceis, tentei acertar e errei, busquei entrar e sai, quis fazer parte me excluiram, simples assim, me deixaram de fora, olhando bem dentro de mim, não consigo encontrar aquela esperança, aquela criança, que crente na bondade humana, não desiste de seus sonhos, e faz deles, cada um deles realidade...traz para a realidade...a verdade, que criou...a verdade que imaginou ser de todos...ser real...mas não era...as pessoas são o que são, ah, mas que frase tão batida...mas que frase tão curtida...e é verdade, enxergam apenas suas necessidades, se escondem da felicidade de compartilhar, da alegria de viver...cadê aquela mocinha que sozinha fez desabrochar a doçura do saber, a doçura do olhar...nunca esperei muito das pessoas, mas esperei sinceridade e simplicidade, nunca cobrei nada das pessoas, mas esperava lealdade...nunca pedi nada para mim, minha amizade era genuinamente honesta e gratuita...nunca fiz dela moeda de troca, nunca estipulei um preço, somente o valor que ela tinha, a importância que ela representava, e quanto custa isso, afinal? quanto custa o amor? quanto custa estar presente e no silêncio dizer tudo que sente? e não desamparar quem ousou te procurar, te pedindo ajuda, te pedindo a mão?
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
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